Integração com o PGDAS-D: transforme o Simples Nacional em uma ferramenta de gestão para seus clientes

Índice do Artigo
Integração com o PGDAS-D é a forma mais eficiente de transformar as informações do Simples Nacional em inteligência para a gestão tributária.
Em vez de utilizar o sistema apenas para transmitir declarações e emitir o DAS, a integração centraliza dados relevantes em um único ambiente, reduz o trabalho operacional e permite que o contador acompanhe riscos, indicadores e oportunidades de forma muito mais estratégica.
Durante muitos anos, o Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (PGDAS-D) foi associado quase exclusivamente à apuração mensal dos tributos das empresas optantes pelo Simples Nacional.
Na rotina de milhares de escritórios contábeis, o processo costuma seguir o mesmo fluxo: acessar o portal, transmitir a declaração, emitir o DAS e concluir as obrigações daquela competência.
Embora essa seja uma etapa indispensável, ela representa apenas uma pequena parte das informações disponibilizadas pelo sistema.
Além da apuração mensal, o PGDAS-D reúne dados fundamentais para o acompanhamento da situação tributária das empresas, como declarações transmitidas, recibos, extratos, memória de cálculo, histórico das competências, débitos, Domicílio Tributário Eletrônico (DTE), ações fiscais, notificações, Receita Bruta Acumulada nos últimos 12 meses (RBT12), anexos aplicados, alíquotas efetivas e histórico dos DAS emitidos.
Quando essas informações são analisadas em conjunto, elas deixam de ser apenas registros fiscais e passam a apoiar decisões importantes tanto para o contador quanto para o empresário.
O desafio é que esses dados permanecem distribuídos em diferentes consultas dentro do Portal do Simples Nacional. Para escritórios que administram dezenas ou centenas de empresas, isso significa acessar individualmente cada CNPJ, navegar por diversas telas, localizar documentos, emitir extratos e manter controles paralelos para acompanhar informações que poderiam estar centralizadas.
Na prática, essa rotina consome horas da equipe todos os meses, aumenta o retrabalho e dificulta uma atuação preventiva. Informações importantes podem passar despercebidas, como uma nova comunicação no DTE, um débito pendente, uma ação fiscal em andamento ou a aproximação dos limites de faturamento do Simples Nacional.
Quanto mais tempo o contador dedica à busca dessas informações, menos tempo sobra para analisar os dados e orientar seus clientes de forma estratégica.
É justamente esse cenário que a integração com o é-PGDAS busca transformar.
Em vez de utilizar o PGDAS-D apenas para cumprir uma obrigação acessória, a plataforma reúne as principais informações tributárias da empresa em um único ambiente, facilitando consultas, reduzindo tarefas repetitivas e proporcionando uma visão completa da situação fiscal de cada cliente.
O resultado vai muito além da emissão do DAS. Com acesso rápido a informações organizadas e atualizadas, o contador consegue acompanhar indicadores, antecipar riscos, identificar oportunidades de melhoria, fortalecer sua atuação consultiva e entregar muito mais valor aos empresários.
A integração com o PGDAS-D transforma dados tributários em informações úteis para a tomada de decisão, tornando a contabilidade mais eficiente, preventiva e estratégica.
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O PGDAS-D é muito mais do que um sistema para gerar o DAS
Integração com o PGDAS-D significa utilizar todas as informações disponíveis no ambiente do Simples Nacional para apoiar a gestão tributária das empresas, e não apenas transmitir declarações e emitir o DAS.
Na prática, a integração transforma um sistema voltado ao cumprimento de obrigações fiscais em uma ferramenta de consulta, acompanhamento e análise que ajuda o contador a atuar de forma mais estratégica e preventiva.
Quando um contador pensa no PGDAS-D, é comum associá-lo imediatamente à tela de apuração mensal. No entanto, essa é apenas uma das funcionalidades disponibilizadas pelo sistema.
O ambiente concentra um conjunto de informações que permitem acompanhar a situação tributária da empresa, recuperar documentos, monitorar pendências e identificar situações que exigem atenção antes que elas gerem impactos para o empresário.
Entre as principais informações disponíveis estão:
- declarações transmitidas;
- recibos de transmissão;
- extratos do PGDAS-D;
- memória de cálculo da apuração;
- histórico das competências;
- débitos em aberto;
- Domicílio Tributário Eletrônico (DTE);
- ações fiscais;
- situação da empresa no Simples Nacional;
- Receita Bruta Acumulada dos últimos 12 meses (RBT12);
- anexos aplicados;
- alíquotas efetivas;
- histórico dos DAS emitidos.
Cada uma dessas consultas responde a uma necessidade diferente da rotina contábil. Enquanto algumas auxiliam na conferência das apurações, outras permitem acompanhar a regularidade fiscal, recuperar documentos, monitorar comunicações oficiais e identificar riscos que podem comprometer a empresa caso não sejam acompanhados.
O desafio é que essas informações permanecem distribuídas em diferentes consultas dentro do Portal do Simples Nacional. Para escritórios que administram dezenas ou centenas de empresas, isso significa acessar individualmente cada CNPJ, navegar por diversas telas e repetir o mesmo processo sempre que surge uma nova demanda.
A integração com o PGDAS-D elimina esse trabalho repetitivo ao centralizar as principais informações em um único ambiente. Com isso, o contador reduz o tempo gasto em atividades operacionais, aumenta a produtividade da equipe e passa a dedicar mais tempo à análise dos dados e ao atendimento consultivo dos clientes.
Consulta unificada das declarações
Um dos recursos mais úteis da integração com o PGDAS-D é a consulta centralizada de todas as declarações transmitidas da empresa. Em vez de navegar por diferentes telas do portal para localizar informações de competências anteriores, o contador passa a visualizar todo o histórico em um único ambiente, tornando a conferência muito mais rápida e organizada.
Em poucos cliques, é possível consultar informações como:
- competência;
- situação da declaração;
- data da transmissão;
- recibo;
- extrato da apuração;
- memória de cálculo;
- valor declarado.
Essa centralização facilita tanto as conferências internas quanto o atendimento ao cliente. Imagine, por exemplo, que um empresário solicite o recibo ou o extrato de uma declaração transmitida há vários meses. Sem uma integração, a equipe normalmente precisa acessar novamente o Portal do Simples Nacional, localizar a competência correta e repetir toda a navegação.
Com as informações organizadas em um único ambiente, a consulta passa a ser praticamente imediata, reduzindo o tempo de atendimento e aumentando a produtividade do escritório.
Mais do que facilitar a localização de documentos, a consulta unificada contribui para um controle mais eficiente do histórico tributário da empresa, permitindo que o contador acompanhe rapidamente as informações transmitidas e tenha maior segurança durante conferências, revisões ou atendimentos.
DTE: por que acompanhar o Domicílio Tributário Eletrônico?
O Domicílio Tributário Eletrônico (DTE) é um dos principais canais oficiais de comunicação entre a Receita Federal e as empresas optantes pelo Simples Nacional. É por meio dele que são disponibilizadas comunicações que podem exigir providências dentro de prazos específicos, tornando seu acompanhamento uma atividade essencial para a gestão tributária.
Entre as principais informações enviadas pelo DTE, estão:
- comunicações oficiais;
- notificações;
- intimações;
- avisos;
- informações sobre procedimentos fiscais.
O grande desafio é que muitas empresas não acessam o DTE com frequência. Em diversos casos, o empresário sequer sabe que existe uma nova comunicação disponível. Isso pode fazer com que prazos continuem correndo sem que nenhuma providência seja adotada, aumentando o risco de penalidades, cobranças ou outras consequências administrativas.
Na prática, é comum que o escritório só tome conhecimento da existência de uma comunicação quando o cliente informa ter recebido uma cobrança ou quando surge alguma restrição relacionada à situação fiscal da empresa. Nesses casos, a atuação deixa de ser preventiva e passa a ser corretiva.
Ao acompanhar o DTE de forma periódica por meio da integração com o PGDAS-D, o contador consegue identificar novas comunicações com mais agilidade, orientar o empresário antes do vencimento dos prazos e reduzir significativamente o risco de que informações importantes passem despercebidas.
Além de fortalecer a conformidade tributária, esse acompanhamento demonstra cuidado, organização e reforça o papel consultivo da contabilidade.
Consulta de débitos
A integração com o PGDAS-D também facilita o acompanhamento dos débitos vinculados ao Simples Nacional, permitindo que o contador identifique pendências rapidamente e atue antes que elas gerem impactos para a empresa.
Em vez de consultar cada informação manualmente no portal, o escritório passa a visualizar a situação fiscal de forma mais organizada e eficiente.
Entre as principais informações disponíveis na consulta de débitos estão:
- competências em aberto;
- valores pendentes;
- situação dos débitos;
- necessidade de regularização.
Esse acompanhamento é importante porque muitos empresários só descobrem a existência de uma pendência quando precisam emitir uma Certidão Negativa de Débitos (CND), participar de uma licitação, solicitar crédito ou realizar qualquer operação que exija regularidade fiscal.
Nesses casos, a empresa já pode estar enfrentando restrições que poderiam ter sido evitadas.
Ao monitorar os débitos periodicamente, o contador consegue atuar de forma preventiva, orientar o cliente sobre as providências necessárias e reduzir o risco de que pequenas pendências evoluam para problemas maiores.
Além de preservar a regularidade fiscal da empresa, esse acompanhamento fortalece a confiança do empresário e demonstra um serviço contábil mais estratégico e proativo.
Controle das ações fiscais
Outro recurso relevante da integração com o PGDAS-D é o acompanhamento das ações fiscais relacionadas às empresas optantes pelo Simples Nacional. Embora muitas organizações só tomem conhecimento de um procedimento fiscal quando recebem uma notificação, acompanhar essas informações de forma preventiva permite que o contador identifique situações que exigem atenção antes que elas avancem.
Ao centralizar essas consultas, a plataforma facilita a identificação de procedimentos fiscais em andamento e reduz a necessidade de acessar diferentes áreas do Portal do Simples Nacional para verificar a situação de cada empresa.
Na prática, isso permite que o contador acompanhe com mais agilidade a carteira de clientes, avalie possíveis impactos e oriente o empresário sobre as medidas necessárias para manter a regularidade fiscal. Essa atuação antecipada contribui para evitar surpresas, reduz riscos operacionais e melhora a comunicação entre a contabilidade e seus clientes.
Mais do que acompanhar informações fiscais, esse controle reforça o papel consultivo do escritório. Quando o contador identifica possíveis riscos antes que eles se transformem em problemas efetivos, ele deixa de atuar apenas para cumprir obrigações acessórias e passa a oferecer um acompanhamento contínuo, preventivo e baseado em informações atualizadas, aumentando o valor percebido pelos clientes.
Relatório inteligente do PGDAS-D
Integração com o PGDAS-D não significa apenas centralizar informações tributárias. Ela também transforma esses dados em análises gerenciais por meio de um relatório inteligente em PDF, permitindo que o contador apresente informações mais claras, estratégicas e úteis para a tomada de decisão.
Em vez de entregar apenas a apuração do Simples Nacional, o escritório passa a disponibilizar um material que facilita a interpretação dos números e evidencia o valor do trabalho contábil.
Enquanto o PGDAS-D tradicional apresenta principalmente os valores utilizados na apuração dos tributos, o relatório organiza essas informações em uma visão executiva, destacando indicadores relevantes, tendências e aspectos que merecem acompanhamento contínuo.
O documento inicia com um Resumo Executivo, que apresenta uma visão geral da situação tributária da empresa, evidenciando informações como a carga tributária efetiva, o comportamento do faturamento e outros pontos importantes para análise.
Além desse panorama inicial, o relatório reúne informações como:
- pontos fortes identificados na empresa;
- pontos de atenção que merecem acompanhamento;
- recomendações estratégicas;
- indicadores tributários;
- gráficos comparativos;
- evolução do faturamento;
- evolução dos tributos;
- composição dos impostos;
- histórico mensal das apurações;
- acompanhamento da Receita Bruta Acumulada dos últimos 12 meses (RBT12);
- acompanhamento dos limites do Simples Nacional;
- informações gerais da empresa.
Essa organização facilita tanto a análise técnica quanto a apresentação das informações ao empresário. Em vez de receber apenas uma guia de pagamento, o cliente passa a visualizar como a empresa evoluiu ao longo do tempo, quais indicadores exigem atenção e quais fatores podem influenciar sua tributação nos próximos meses.
Na prática, o relatório deixa de ser apenas um documento fiscal e passa a funcionar como uma ferramenta de apoio à gestão. Isso fortalece a atuação consultiva do contador, melhora a comunicação com o empresário e aumenta significativamente o valor percebido dos serviços prestados.
IA que interpreta os números
Um dos grandes diferenciais do relatório é a utilização de Inteligência Artificial (IA) para interpretar automaticamente os dados tributários. Em vez de apresentar apenas tabelas e gráficos, a tecnologia identifica padrões, destaca informações relevantes e gera comentários que facilitam a compreensão dos resultados pelo contador e pelo empresário.
No relatório, a IA pode identificar, por exemplo, a carga tributária média da empresa, analisar o comportamento do faturamento e alertar sobre o impacto do crescimento da Receita Bruta Acumulada dos últimos 12 meses (RBT12) nas futuras faixas de tributação do Simples Nacional.
Além dessa interpretação automática, o sistema também pode apresentar recomendações estratégicas, como:
- acompanhar a evolução dos custos da empresa;
- revisar a classificação fiscal de produtos e serviços;
- monitorar continuamente o crescimento da RBT12;
- comparar periodicamente o Simples Nacional com outros regimes tributários quando essa análise puder gerar benefícios para o negócio.
Essas recomendações não substituem a análise técnica do contador, mas funcionam como um importante apoio para identificar rapidamente situações que merecem uma avaliação mais aprofundada. Isso reduz o tempo gasto na interpretação dos dados e facilita a preparação de reuniões consultivas com os clientes.
Mais do que apresentar números, a Inteligência Artificial transforma dados tributários em informações acionáveis, permitindo que o contador conduza conversas mais estratégicas, antecipe riscos e ofereça orientações fundamentadas na realidade fiscal de cada empresa.
Indicadores que fazem sentido para o cliente
Além das análises técnicas, o relatório apresenta indicadores gerenciais em um formato simples e intuitivo, facilitando a compreensão por empresários que não possuem conhecimento aprofundado sobre tributação. Dessa forma, informações fiscais deixam de ser apenas números e passam a apoiar decisões relacionadas à gestão do negócio.
Entre os principais indicadores apresentados estão:
- Receita Bruta do período;
- Total de tributos apurados;
- Carga tributária média;
- Receita Bruta Acumulada dos últimos 12 meses (RBT12).
O relatório também utiliza gráficos comparativos para demonstrar a evolução mensal do faturamento, o comportamento dos tributos, a composição dos impostos e comparativos entre diferentes períodos. Essa apresentação visual facilita a identificação de tendências e torna as informações muito mais acessíveis para o empresário.
Ao compreender esses indicadores com facilidade, o cliente passa a enxergar a contabilidade como uma fonte de informações para gestão, e não apenas como responsável pela emissão das obrigações fiscais.
Monitoramento do crescimento
Outro recurso importante do relatório é o acompanhamento contínuo da Receita Bruta Acumulada dos últimos 12 meses (RBT12). Esse indicador é fundamental porque influencia diretamente a faixa de tributação e a alíquota efetiva aplicada às empresas optantes pelo Simples Nacional.
À medida que o faturamento cresce, a empresa pode migrar para faixas superiores de tributação, aumentando gradualmente a carga tributária. Por isso, acompanhar a evolução da RBT12 permite antecipar impactos fiscais e apoiar um planejamento tributário mais eficiente.
O relatório apresenta essa evolução de forma gráfica, permitindo que o contador visualize rapidamente o comportamento do faturamento ao longo dos meses e acompanhe a proximidade dos limites previstos no Simples Nacional. Com essas informações, torna-se possível orientar o empresário antes que ocorram mudanças relevantes na tributação.
Esse monitoramento contínuo fortalece a atuação consultiva da contabilidade, permitindo decisões mais estratégicas, melhor previsibilidade tributária e um acompanhamento muito mais próximo da evolução financeira de cada empresa.
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Muito além da entrega do DAS
Integração com o PGDAS-D não gera valor apenas por centralizar informações tributárias. Seu principal diferencial está em transformar dados fiscais em informações estratégicas que ajudam o contador a prestar um serviço mais consultivo e demonstrar, de forma concreta, o valor entregue ao empresário.
Quando o escritório entrega apenas a guia de pagamento do DAS, o cliente normalmente enxerga apenas o resultado final da apuração: um imposto que precisa ser pago.
Nesse cenário, grande parte do trabalho técnico realizado pela contabilidade permanece invisível, dificultando que o empresário compreenda toda a análise necessária para garantir a correta tributação da empresa.
Esse cenário muda quando a contabilidade passa a apresentar um relatório inteligente baseado nas informações do PGDAS-D. Em vez de visualizar somente um valor a pagar, o empresário passa a acompanhar indicadores que mostram como a empresa está evoluindo, quais fatores estão influenciando sua carga tributária e quais situações merecem atenção nos próximos meses.
Entre as informações que tornam essa entrega mais estratégica, destacam-se:
- evolução do faturamento;
- comportamento da carga tributária;
- acompanhamento da Receita Bruta Acumulada dos últimos 12 meses (RBT12);
- composição dos tributos;
- gráficos comparativos;
- recomendações estratégicas;
- interpretações geradas por Inteligência Artificial (IA).
Esses indicadores transformam uma obrigação fiscal em uma oportunidade de orientação ao cliente. Durante uma reunião, por exemplo, o contador consegue explicar por que a carga tributária aumentou, demonstrar o impacto do crescimento da RBT12, identificar riscos relacionados aos limites do Simples Nacional e apresentar recomendações fundamentadas nos próprios dados da empresa.
Na prática, isso fortalece a relação entre contador e empresário. As reuniões deixam de ser focadas apenas na entrega de documentos e passam a gerar conversas sobre planejamento tributário, crescimento do negócio, prevenção de riscos e tomada de decisões baseada em informações concretas.
Como consequência, aumenta significativamente o valor percebido da contabilidade. O empresário passa a enxergar que o escritório não apenas cumpre obrigações fiscais, mas acompanha continuamente a saúde tributária da empresa, interpreta informações complexas e entrega análises que contribuem para uma gestão mais segura, eficiente e estratégica.
Esse é um dos maiores benefícios da integração com o PGDAS-D: transformar a entrega do DAS em uma oportunidade para fortalecer o relacionamento com o cliente, diferenciar o escritório da concorrência e ampliar o papel consultivo da contabilidade.
Como transformar essa integração em novos honorários
Integração com o PGDAS-D não deve ser vista apenas como uma ferramenta para automatizar processos internos. Quando utilizada de forma estratégica, ela permite que o escritório de contabilidade desenvolva novos serviços, aumente o valor percebido pelos clientes e crie oportunidades reais de geração de honorários recorrentes.
Grande parte dos empresários não precisa apenas que as obrigações fiscais sejam transmitidas. Eles precisam de acompanhamento, orientação e informações que permitam manter a empresa regular e tomar decisões com mais segurança.
Ao transformar os dados do PGDAS-D em análises periódicas, o contador deixa de vender apenas execução operacional e passa a oferecer um serviço contínuo de gestão tributária.
Entre os serviços que podem ser incorporados ao portfólio do escritório estão:
- acompanhamento periódico do Domicílio Tributário Eletrônico (DTE) para identificar comunicações da Receita Federal e orientar o cliente dentro dos prazos;
- monitoramento de débitos para antecipar pendências e preservar a regularidade fiscal da empresa;
- revisão das declarações transmitidas, identificando possíveis inconsistências ou oportunidades de correção;
- auditoria das apurações do Simples Nacional, proporcionando maior segurança tributária;
- reuniões periódicas para apresentação dos indicadores e do relatório inteligente;
- planejamento tributário com base na evolução da Receita Bruta Acumulada dos últimos 12 meses (RBT12);
- acompanhamento da proximidade dos limites do Simples Nacional;
- análises comparativas entre competências, permitindo identificar tendências de faturamento, variações na carga tributária e mudanças no comportamento fiscal da empresa.
Esses serviços fortalecem o relacionamento com o cliente porque demonstram acompanhamento contínuo, e não apenas o cumprimento de obrigações mensais. O empresário passa a perceber que existe uma análise permanente sobre a saúde tributária da empresa, reduzindo riscos e aumentando a confiança no trabalho desenvolvido pela contabilidade.
Na prática, a
integração com o PGDAS-D cria uma oportunidade para que o escritório migre de um modelo baseado exclusivamente na entrega de obrigações acessórias para um modelo de
contabilidade consultiva, no qual o conhecimento técnico gera valor contínuo para o cliente e contribui para a expansão dos honorários de forma sustentável.
Quem simplificou a rotina, recomenda!
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Conclusão
Integração com o PGDAS-D é muito mais do que uma facilidade tecnológica para consultar informações do Simples Nacional. Ela representa uma mudança na forma como o contador utiliza os dados tributários para acompanhar empresas, orientar empresários e desenvolver uma atuação cada vez mais estratégica.
Como vimos ao longo deste artigo, o PGDAS-D reúne muito mais do que os dados necessários para emitir o DAS.
O sistema concentra informações essenciais sobre declarações transmitidas, débitos, Domicílio Tributário Eletrônico (DTE), ações fiscais, histórico das competências, evolução da Receita Bruta Acumulada dos últimos 12 meses (RBT12), indicadores tributários e diversos outros dados que ajudam a compreender a situação fiscal de cada empresa.
Quando essas informações permanecem dispersas em diferentes consultas do Portal do Simples Nacional, o acompanhamento se torna mais lento e operacional.
Com a integração com o é-PGDAS, todos esses dados passam a estar centralizados em um único ambiente, facilitando consultas, reduzindo retrabalho e oferecendo uma visão mais completa da realidade tributária dos clientes.
Além disso, o relatório inteligente em PDF, aliado à Inteligência Artificial, transforma números em análises, interpreta indicadores automaticamente e gera recomendações que apoiam a tomada de decisões.
Dessa forma, o contador deixa de entregar apenas documentos fiscais e passa a fornecer informações que auxiliam o empresário a compreender sua carga tributária, acompanhar o crescimento da empresa e antecipar riscos.
Mais do que otimizar a rotina do escritório, a integração com o PGDAS-D fortalece a atuação consultiva da contabilidade, aumenta o valor percebido pelos clientes e cria novas oportunidades de prestação de serviços.
Em um cenário em que as empresas buscam cada vez mais orientação estratégica, utilizar as informações do PGDAS-D de forma inteligente deixa de ser apenas um diferencial e passa a ser uma vantagem competitiva para os escritórios que desejam crescer e oferecer uma contabilidade de maior valor agregado.
Perguntas Frequentes sobre Integração com o PGDAS-D
O que é a integração com o PGDAS-D?
A integração com o PGDAS-D é uma solução que centraliza, em um único ambiente, informações tributárias normalmente distribuídas em diferentes consultas do Portal do Simples Nacional. Com ela, o contador pode acompanhar declarações, extratos, débitos, comunicações fiscais, indicadores e outros dados importantes da empresa.
Como funciona o PGDAS-D?
O PGDAS-D é o sistema utilizado pelas empresas optantes pelo Simples Nacional para informar as receitas mensais, calcular os tributos devidos, transmitir a declaração e gerar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).
Quais informações podem ser consultadas no PGDAS-D?
No ambiente do PGDAS-D, o contador pode consultar declarações transmitidas, recibos, extratos, memórias de cálculo, histórico das competências, débitos, Domicílio Tributário Eletrônico (DTE), ações fiscais, alíquotas efetivas, anexos aplicados, RBT12 e guias do DAS.
Como acessar o PGDAS-D?
O acesso ao PGDAS-D pode ser realizado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Portal e-CAC, utilizando conta Gov.br, certificado digital ou procuração eletrônica, conforme o perfil de acesso e as autorizações concedidas ao contador.
Como emitir a guia do PGDAS-D?
Após informar as receitas, conferir a segregação e concluir a transmissão da apuração mensal, o próprio sistema disponibiliza a emissão do DAS. A guia também pode ser reemitida posteriormente, inclusive com atualização para uma nova data de pagamento.
Como consultar o extrato do PGDAS-D?
O extrato do PGDAS-D fica disponível após a transmissão da declaração. O documento apresenta as receitas informadas, a memória de cálculo, a composição dos tributos e os valores utilizados na apuração do DAS.
Qual é a relação entre PGDAS-D e DEFIS?
O PGDAS-D é utilizado para a apuração mensal dos tributos do Simples Nacional. Já a DEFIS é uma declaração anual que reúne informações econômicas, fiscais e societárias da empresa referentes ao ano-calendário anterior.
O PGDAS-D permite consultar débitos e ações fiscais?
Sim. O ambiente do Simples Nacional disponibiliza consultas relacionadas a débitos, declarações, comunicações e procedimentos fiscais. Com a integração, essas informações podem ser acompanhadas de maneira centralizada, reduzindo o risco de pendências passarem despercebidas.
Por que integrar o PGDAS-D ao escritório contábil?
A integração com o PGDAS-D reduz tarefas repetitivas, centraliza informações, agiliza consultas e melhora o controle da carteira de clientes. Dessa forma, a equipe dedica menos tempo à busca de dados e mais tempo à conferência, à análise e à orientação tributária.
Como a integração com o PGDAS-D fortalece a contabilidade consultiva?
A integração transforma dados tributários em indicadores, relatórios e análises que ajudam o contador a explicar a evolução do faturamento, acompanhar a RBT12, identificar riscos e orientar decisões. Assim, o escritório deixa de entregar apenas o DAS e passa a oferecer acompanhamento tributário estratégico.
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