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Múltiplos CNPJs no Simples Nacional: quando é permitido, quando é risco e o que a lei realmente diz

Rafaela Barbosa • 13 de janeiro de 2026

Múltiplos CNPJs no Simples Nacional são permitidos pela legislação, desde que regras específicas sejam respeitadas, principalmente em relação ao faturamento global, à participação societária e à autonomia real das empresas.


A Receita Federal permite essa estrutura, mas adota critérios rigorosos para
evitar fragmentação artificial de receitas, prática usada para reduzir tributos de forma indevida.


Entre os principais pontos analisados pelo Fisco estão:


  • Soma do faturamento anual de todas as empresas em que o sócio participa com mais de 10% do capital social
  • Limite global de R$ 4,8 milhões por ano para permanência no Simples Nacional
  • Análise de vínculo operacional, como endereço, estrutura, funcionários, estoque e marca


No caso do MEI, a regra é objetiva: é permitido apenas um CNPJ por CPF.


Já para
Empresário Individual (EI) e Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), é possível possuir mais de um CNPJ, desde que não haja fraude ou simulação.


Planejamento tributário e transparência operacional são essenciais para evitar multas, exclusão retroativa do regime e autuações fiscais.


O que é o Simples Nacional e por que ele impõe limites a múltiplos CNPJs


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional só podem ser avaliados corretamente quando se entende a lógica do próprio regime.


Criado pela
Lei Complementar nº 123/2006, o Simples Nacional é um regime tributário simplificado voltado para MEIs, Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP).


O enquadramento considera fatores como:


  • Faturamento anual
  • Atividade econômica (CNAE)
  • Tipo jurídico
  • Composição societária


Em relação ao faturamento, os limites são:


  • Até R$ 360 mil: Microempresa (ME)
  • De R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões: Empresa de Pequeno Porte (EPP)


Esses limites existem para impedir que grupos econômicos fracionem receitas em vários CNPJs apenas para permanecer no regime e pagar menos impostos.


Por isso, a legislação permite
somar faturamentos quando há vínculo societário relevante ou indícios de dependência econômica.


Posso ser sócio de múltiplos CNPJs no Simples Nacional?


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional também são permitidos quando a análise envolve participação societária.


Um mesmo sócio pode participar de
duas ou mais empresas, desde que o faturamento bruto global não ultrapasse R$ 4,8 milhões por ano.


Um ponto crítico é a participação superior a 10% do capital social:


  • Se o sócio tiver mais de 10% em outra empresa, inclusive fora do Simples, o faturamento dessa empresa entra no cálculo global
  • Se o limite for ultrapassado, a empresa optante pelo Simples poderá ser desenquadrada do regime


Essa regra também se aplica quando o outro negócio está no Lucro Presumido ou Lucro Real, pois a Receita considera a capacidade econômica do grupo, e não apenas o regime tributário.


Quando todas as empresas estão no Simples Nacional


Quando todas as empresas do sócio estão no Simples Nacional, o critério principal é a soma do faturamento.

Exemplo:


  • Empresa A: R$ 2,4 milhões por ano
  • Empresa B: R$ 1,6 milhão por ano
  • Total: R$ 4 milhões


Resultado: permanência no Simples Nacional, pois o valor está dentro do limite legal.


Quando há empresas em regimes tributários diferentes


Quando o sócio participa de empresas em regimes tributários distintos, o percentual de participação é determinante.


  • Participação inferior a 10%: o faturamento não é somado
  • Participação superior a 10%: o faturamento entra no cálculo global


Se a soma ultrapassar R$ 4,8 milhões, ocorre exclusão do Simples Nacional.


Exemplos práticos de múltiplos CNPJs no Simples Nacional


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional ficam mais claros com exemplos práticos de faturamento.


Exemplo 1 – Dentro do limite


  • Empresa A: R$ 2,4 milhões
  • Empresa B: R$ 1,6 milhão
  • Total: R$ 4 milhões


Resultado: permanência no Simples Nacional.


Exemplo 2 – Acima do limite


  • Empresa A: R$ 3,6 milhões
  • Empresa B: R$ 2,8 milhões
  • Total: R$ 5,6 milhões


Resultado: desenquadramento do Simples Nacional e migração para outro regime tributário.


Esses exemplos demonstram que não importa a quantidade de CNPJs, mas sim o faturamento global e a substância econômica das operações.


Outras regras importantes para sócios com múltiplos CNPJs no Simples Nacional


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional não dependem apenas do faturamento.


Existem
outras vedações legais relacionadas à forma de participação societária e ao tipo de atividade exercida.


Principais regras aplicáveis:


  • A participação deve ocorrer como pessoa física, utilizando o CPF
  • Não é permitida a participação societária utilizando outro CNPJ
  • Não pode haver sócios no exterior
  • Não podem existir débitos com órgãos públicos
  • Não é permitida a execução de atividades financeiras
  • Não é permitido atuar como Sociedade Anônima (S/A) ou cooperativa
  • São vedadas atividades como produção ou venda de bebidas alcoólicas, cigarros e explosivos no atacado


Cumpridas essas condições, é possível manter mais de um CNPJ no Simples Nacional de forma regular e segura.


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional para e-commerce: quando vale a pena e quando é risco


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional no e-commerce são frequentemente considerados por empresas que buscam escalar vendas digitais. A ideia costuma surgir como tentativa de dividir faturamento para permanecer no regime simplificado, mas essa estratégia envolve riscos fiscais relevantes quando não há propósito operacional legítimo.


No comércio eletrônico, a Receita Federal e os fiscos estaduais analisam se a estrutura com vários CNPJs possui autonomia real ou se existe apenas para reduzir carga tributária. Quando caracterizada a fragmentação artificial, o resultado pode ser desenquadramento retroativo, cobrança de tributos, multas e juros.



Por isso, é essencial avaliar se a abertura de novos CNPJs atende a uma necessidade operacional concreta, como logística, marcas distintas ou exigências regulatórias, e não apenas à tentativa de pagar menos imposto.


O que significa operar um e-commerce com múltiplos CNPJs no Simples Nacional?


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional no e-commerce podem existir de duas formas principais: filiais ou empresas distintas. Cada modelo gera impactos diferentes na gestão, no faturamento e no risco fiscal.


  • Filiais: pertencem à mesma pessoa jurídica. Apesar de possuírem CNPJs próprios, a receita é somada para fins de limite do Simples Nacional.


  • Empresas distintas: são pessoas jurídicas diferentes, com contabilidade, obrigações e operações próprias. Nesse caso, a legislação permite limites separados apenas se não houver fragmentação artificial.


No Simples Nacional, a receita bruta considera o valor total da venda, antes de taxas e comissões de marketplaces. Isso impacta diretamente o controle do limite anual de R$ 4,8 milhões e a alíquota efetiva aplicada.


A legislação autoriza a soma de receitas quando há vínculo econômico, como sócios em comum, estrutura compartilhada ou dependência operacional.


Vale a pena usar múltiplos CNPJs no Simples Nacional no e-commerce?


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional podem ser vantajosos no e-commerce apenas em cenários específicos. A resposta não é automática e depende da finalidade da estrutura.



Se a motivação for apenas quebrar faturamento para não ultrapassar o limite do Simples, o risco fiscal é elevado. Por outro lado, quando existe organização operacional real, a estratégia pode ser válida.


Quando tende a valer a pena


  • Filiais em estados diferentes para redução de frete e prazo de entrega
  • Marcas distintas, com públicos, produtos e operações separadas
  • Estrutura administrativa, financeira e contábil independente por CNPJ
  • Exigências regulatórias locais, como inscrição estadual específica


Quando não vale a pena


  • Empresas “espelho”, com mesmos sócios, estoque, site e equipe
  • Uso de vários CNPJs apenas para alternar faturamento
  • Complexidade operacional maior que a economia tributária
  • Ausência de documentação que comprove autonomia entre empresas

Riscos fiscais de múltiplos CNPJs no Simples Nacional: o que o fisco enxerga


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional aumentam o nível de atenção do fisco, especialmente no e-commerce. O principal risco é a desconsideração da estrutura societária quando identificada a fragmentação artificial.


Nesse cenário, a Receita Federal pode:


  • Somar as receitas de empresas com vínculo econômico
  • Excluir retroativamente do Simples Nacional
  • Cobrar diferença de tributos, com juros e multas



A legislação permite esse enquadramento quando há indícios de grupo econômico de fato, mesmo sem constituição formal.


Como a fiscalização identifica fragmentação de faturamento


  • Mesmos sócios ou familiares sem autonomia real
  • Endereço, estoque, equipe ou sistemas compartilhados
  • Uso da mesma marca, site, domínio e redes sociais
  • Contas bancárias, PIX ou meios de pagamento interligados
  • Transferência artificial de faturamento entre CNPJs


Esses elementos, analisados em conjunto, sustentam autuações fiscais.


Filiais ou novas empresas: impactos no limite do Simples Nacional e na gestão


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional exigem a distinção clara entre filiais e novas empresas, pois os efeitos fiscais e operacionais são diferentes.


  • Filiais: a receita da matriz e das filiais é somada para o limite de R$ 4,8 milhões e para o cálculo da alíquota. Facilitam governança, mas não ampliam o teto do regime.



  • Novas empresas: possuem CNPJs independentes, porém só mantêm limites próprios se houver substância econômica comprovada.


Do ponto de vista operacional:


  • Filiais favorecem gestão centralizada, estoque unificado e negociação com marketplaces
  • Novas empresas exigem governança robusta, controles separados e documentação consistente


A escolha errada pode gerar economia aparente no curto prazo, mas alto risco tributário no médio e longo prazo.


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional na prática: marketplaces, ICMS, DIFAL e ST


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional no e-commerce impactam diretamente a rotina fiscal quando envolvem marketplaces, ICMS, DIFAL e Substituição Tributária (ST). Na prática, cada CNPJ exige inscrição estadual própria, regras específicas de CFOP e apuração correta por UF e produto.


Em marketplaces, a receita bruta considerada para o Simples é, em regra, o valor total da venda ao consumidor, enquanto as comissões são despesas. Isso afeta o controle do limite anual, a alíquota progressiva e o risco de cruzamentos indevidos entre CNPJs.


Ter múltiplos centros de distribuição pode reduzir frete e prazos, mas aumenta a complexidade de compliance, exigindo conciliação financeira e fiscal por CNPJ para evitar interpretações de simulação pelo fisco


Estratégias legítimas além da abertura de múltiplos CNPJs no Simples Nacional


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional não são a única alternativa para reduzir carga tributária no e-commerce. Antes de abrir novas empresas, é recomendável avaliar estratégias legítimas que preservem compliance e tragam eficiência real.


Entre as principais alternativas estão:


  • Filiais logísticas com governança, melhorando SLA sem fragmentar receita
  • Curadoria de mix de produtos, priorizando itens com menor carga tributária
  • Precificação inteligente por UF, ajustando margem e frete
  • Benefícios fiscais estaduais, quando aplicáveis ao setor
  • Transição planejada para Lucro Presumido ou Lucro Real
  • Segregação de receitas por CNAE dentro da mesma PJ, com documentação robusta


Essas estratégias atacam a causa do problema — margem e carga efetiva — sem expor o negócio ao risco de autuação.


Quando múltiplos CNPJs no Simples Nacional fazem sentido: cenários práticos


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional só fazem sentido quando existe substância econômica comprovável. Abaixo, cenários práticos ajudam a diferenciar estrutura lícita de fragmentação artificial.


Uma PJ com filiais em múltiplas UFs


Uma loja virtual cria centros de distribuição como filiais em estados estratégicos. A receita é consolidada para o limite do Simples, mas há ganho operacional real, como frete menor e prazo reduzido, sem risco fiscal.


Marcas e públicos distintos com autonomia real



Um grupo opera duas marcas diferentes, cada uma com diretoria, equipe, estoque e canais próprios. Há contratos entre partes e contabilidade independente, comprovando autonomia econômica e reduzindo o risco de glosa.


Quebrar faturamento” para não sair do Simples

Nacional


Mesmos sócios, estoque, site e equipe, com dois CNPJs alternando faturamento. Esse é o exemplo clássico de fragmentação artificial, sujeito à soma de receitas, desenquadramento e cobrança retroativa.


Base legal sobre múltiplos CNPJs no Simples Nacional


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional possuem base legal clara na Lei Complementar nº 123/2006, especialmente após a alteração do art. 3º, § 19. A norma determina que, para fins de enquadramento:


Devem ser consideradas todas as atividades econômicas, receitas brutas e débitos tributários das entidades, ainda que em inscrições cadastrais distintas, quando exercidas no mesmo ano-calendário.



Essa previsão fundamenta a soma de receitas em casos de grupo econômico de fato e sustenta autuações por fragmentação artificial, reforçando a necessidade de planejamento tributário consistente.


Simulações reais de vedação ao Simples Nacional com múltiplos CNPJs


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional geram dúvidas recorrentes quando há entrada ou saída de sócios. Simulações reais ajudam a entender quando a soma de faturamento é exigida.


Cenário: sócio com 50% de participação e impacto no Simples


Um sócio possui duas empresas no Simples Nacional:


  • Empresa A: dois sócios, com 50% de participação, faturamento de R$ 2 milhões até 09/2025
  • Empresa B: sociedade unipessoal, 100% do capital


Mesmo após a saída da sociedade da Empresa A em 09/2025, o faturamento do período pode ser considerado para análise da opção em 2026, conforme interpretação da legislação e do vínculo no ano-calendário.


Cenário: sociedade unipessoal e impacto no Simples Nacional


Quando o sócio se retira de uma sociedade unipessoal durante o ano, a análise também considera o período de participação e o faturamento auferido até a data da saída, podendo influenciar a vedação ou permanência no regime.


Checklist de compliance para quem possui múltiplos CNPJs no Simples Nacional


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional exigem um nível elevado de compliance para evitar autuações, soma de receitas e desenquadramento do regime. Um checklist prático ajuda contadores e empresários a manterem governança, autonomia operacional e conformidade fiscal.


Governança

  • Contratos formais entre as empresas (prestação de serviços, rateio de custos e uso de marca)
  • Políticas de preços documentadas e justificáveis
  • Atas societárias e organogramas atualizados


Operações

  • Estoques, equipes e canais de venda segregados por CNPJ
  • Contas bancárias independentes
  • ERPs separados ou ambiente multicompanhia com trilha de auditoria


Tributos

  • Inscrição estadual própria para cada CNPJ
  • CFOPs coerentes por operação e UF
  • Apuração correta de ICMS, DIFAL e ST
  • Conciliação fiscal e financeira de marketplaces por empresa


Documentação

  • Relatórios gerenciais que comprovem autonomia econômica
  • Contratos, notas e registros contábeis consistentes


Monitoramento

  • Revisão tributária semestral
  • Acompanhamento contínuo do limite global do Simples Nacional e dos sublimites por UF

Esse checklist reduz significativamente o risco de caracterização de fragmentação artificial pelo fisco.


Conclusão: 


Múltiplos CNPJs no Simples Nacional podem ser uma estratégia legítima ou um risco fiscal elevado, dependendo do objetivo e da execução. Quando há finalidade operacional real — como filiais logísticas ou marcas distintas com autonomia comprovada — a estrutura tende a ser aceita.


Por outro lado, quando a intenção é apenas quebrar faturamento para permanecer no regime, a legislação permite a soma de receitas, o desenquadramento retroativo e a cobrança de tributos com juros e multas.



O ponto central é claro: não existe atalho seguro. Crescer com tranquilidade exige planejamento tributário, governança, documentação robusta e, quando necessário, migração estratégica de regime. Validar decisões com base legal e orientação técnica é o caminho para escalar sem colocar o negócio em risco.

Perguntas Frequentes sobre Múltiplos CNPJs no Simples Nacional

Quantos CNPJs posso ter no Simples Nacional?

É possível ter dois ou mais CNPJs no Simples Nacional. Porém, é fundamental cumprir todas as exigências legais para evitar o desenquadramento do regime.

Posso ter duas ou mais empresas no Simples Nacional?

Sim. Uma mesma pessoa pode ser sócia de duas ou mais empresas optantes pelo Simples Nacional, desde que respeite os limites de faturamento e as regras de participação societária.

Pode ter 3 CNPJs no mesmo nome?

Sim. Um CPF pode estar vinculado a dois ou mais CNPJs, desde que sejam respeitadas as regras da legislação brasileira, que variam conforme o tipo de empresa e a estrutura societária.

Qual a vantagem de ter 2 CNPJs?

Ter mais de um CNPJ pode ajudar a separar atividades, reduzir riscos operacionais e otimizar a gestão tributária. No entanto, essa estratégia deve ser bem planejada para evitar problemas fiscais.

Quantas filiais posso ter no Simples Nacional?

Uma empresa enquadrada como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP) pode abrir quantas filiais desejar, desde que respeite o limite de faturamento do Simples Nacional.

Quantas filiais um CNPJ pode ter?

Não existe limite máximo de filiais. Uma empresa pode abrir quantas filiais forem necessárias, desde que todas estejam regularmente registradas e em conformidade com as obrigações legais.

Como funciona a tributação de uma filial?

A tributação é unificada. O faturamento da matriz e de todas as filiais é somado para o cálculo dos impostos, o que pode impactar diretamente a alíquota aplicada no Simples Nacional.

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